Azeite de alecrim & casca de limão cravo

Hoje foi dia de feira de orgânicos, lá no Parque da Água Branca. Comprei alecrim. Gosto de usar as ervas enquanto ainda estão frescas então já fiz um monte de coisa com alecrim, chá, bolo, e esse azeite.

Coloquei um pouco das folhas de alecrim e 4 pedacinhos de casca de limão cravo no processador e adicionei azeite de oliva extravirgem.

Bati, coei e pronto.

Só colocar no vidro e guardar na geladeira. Mas antes de cada uso, é bom tirar da geladeira uma meia hora antes para deixar na temperatura ambiente.

Provei uma colherada do óleo puro e achei que o sabor ficou um pouco forte demais, talvez a quantidade de alecrim tenha que ser bem menor. Mas como tempero diluído na comida, pode ficar bom 🙂

Pão de nozes macadamia & mel

O pão de hoje foi um de nozes macadamia e mel. Ficou muito sutilmente doce e super saboroso. Fora a textura incrível que esse método proporciona! Continua revolucionário.

a massa já crescida depois de 15 horas de fermentação.

sem sovar uma única vez, é só formar um formato de bola e deixar crescer mais um pouco enquanto a panela esquenta no forno a 240ºC.

que crosta maravilhosa!!

parece pão de padaria artesanal feito num super mega forno profissional.

a textura e o sabor desse pão são indescritíveis!!

 

 

 

 

Resultado do meu segundo pão sem sova

O meu segundo pão sem sova deu super certo de novo. Dessa vez fiz sem o papel manteiga.

Cresceu super bem de novo, aqui é depois de 30 minutos no forno com a tampa da panela fechada.

e aqui, depois de mais 15 minutos no forno, com a panela destampada para dar aquela cor a mais na crosta.

deixando esfriar um pouco antes de cortar. o ideal é deixar no mínimo 30 minutos, mas a ansiedade de ver como ficou por dentro, diminuiu esse tempo 😀

a parte de baixo também ficou com a crosta bem crocante.

Recebi uma dica de uma amiga para escovar a parte de baixo para tirar o excesso de farinha, antes de colocar a massa na panela. Tentei fazer isso, mas como a massa é muuuito molenga, não consegui segurar com uma mão e escovar com a outra. Por isso, ficou de novo com um pouco de excesso de farinha de novo. Menos do que a primeira vez, mas ainda ficou. Da próxima vez, vou colocar menos farinha no pano.

Tem refeição mais simples do que pão com sopa? Mas tem dias que essa simplicidade é a coisa que você mais quer! E foi perfeito nesse dia, uma sopa de verduras orgânicas com um pão com figo quentinho saído do forno! Isso foi meu jantar, porque eu assei esse pão à noite.

E na manhã seguinte, torrei o pão na grelha e ficou incrível 🙂

Chá de menta com pão de figo seco com um bom azeite extravirgem. Foi perfeito!

Bom, eu usei dessa vez uma farinha especial italiana orgânica 0 para pães chamado Molino d’Oro. Eu quis ver se a farinha realmente faz uma diferença. Senti que o pão ficou com uma crosta um pouquinho mais dura, bem pouquinho. Mas de resto, não senti muita diferença. O miolo ficou tão elástico quanto o primeiro. Talvez eu tenha que ter escolhido a farinha manitoba, dessa mesma linha. Vou experimentar quando o saco desta acabar.

Os ingredientes que usei:

Meu segundo pão sem sova

Depois do sucesso total do meu primeiro pão sem sova, já preparei a massa do meu segundo, que está lá na tigela crescendo lentamente.

Dessa vez eu comprei uma farinha orgânica italiana 0, especial para pães, para fazer esse pão. Quero ver se a farinha realmente faz uma diferença no resultado.

farinha, sal e fermento. o rosinha é o sal do Himalaia.

O primeiro foi um basicão, hoje já quis incrementar. Meu segundo pão vai ser de figo seco 🙂

farinha, sal, fermento, água e figo seco. e está pronta a massa. sem sovar, só misturar.

Continuo impressionada com a facilidade desse método de fazer pão. Misturar os ingredientes não demorou mais de 2 minutos. Levei mais tempo tirando as fotos do que qualquer outra coisa. Agora é só passar o dia normalmente e lá pelas 8 da noite começar a assar esse bebê.

Deu certo!

Meu primeiro no knead bread (pão que não precisa ser sovado) não só deu certo como ficou incrível, lindo, saboroso e com uma textura de mochi! Superou em muito todas as minhas expectativas!

De manhã, quando acordei, logo fui ver como estava a massa. Olha como o plástico filme ficou abaulado. Parece que os bichinhos do fermento estavam bem ativos!

Essa é a aparência da massa que ficou umas 14 horas descansando. O volume dobrou e a massa parece bem pegajosa, mas é assim que tem que ficar mesmo, pelo que vi no blog Simply So Good. Já fiquei super feliz que até essa etapa (a mais importante) estava indo muito bem.

A primeira coisa que fiz depois de checar a massa foi ligar o forno a 230 graus. Assim que o forno atingiu essa temperatura, eu coloquei a minha panela Le Creuset, sem nada dentro e com tampa, dentro do forno e deixei durante 30 minutos. Enquanto isso, tirei a massa da tigela e colquei em cima de um pano com uma boa camada de farinha para não grudar. Fiz um formato de bola com a massa e cubri com o filme plástico.

Enquanto esperava os 30 minutos, fui tomar meu café da manhã detox, uma limonada suíça sem açúcar e uma maçã. Não tem nada melhor para limpar o organismo do que frutas e elas devem ser consumidas sozinhas, sem outros tipos de alimentos juntos, porque caso contrário, o conteúdo do estômago começa a fermentar e você não vai gostar nenhum pouco dos efeitos disso.

Em seguida coloquei a massa do pão dentro da panela super quente, com a ajuda de um pedaço de papel manteiga que ficou com partes para fora, assim ficaria mais fácil de retirar o pão depois de assado. Essa dica eu peguei lá no blog também.

Coloquei a panela tampada de volta no forno e liguei o timer para tocar em 30 minutos. E a ansiedade para esperar tudo isso? Quando finalmente o timer tocou, tirei a panela do forno, que estava assim.

E quando tirei a tampa, foi a maior surpresa do mundo!!! Aquela massa feia, grudenta e mole estava transformada nesse pão lindo, redondo e com a casca craquelada de forma tão linda que não acreditei! Estava até mais bonito que o das fotos do Simply So Good 😀

Bom, mas isso não era tudo. Ainda tinha 15 minutos a mais no forno, sem a tampa dessa vez, para pegar uma bela cor.

E como pegou!

Vou ter que colocar aqui umas fotos a mais porque meu bebê ficou muito lindo, kkk.

Tirei o pão da panela com a maior facilidade, e coloquei em cima de uma grade para esfriar. Mas quando fui tentar tirar o papel manteiga, não foi tão fácil. Só depois que começou a esfriar que deu para tirar, mas grudou um pouquinho. Da próxima vez, vou tentar sem o papel. A parte de baixo também ficou com uma casca bonita.

Mais fotos!

A essa altura já era quase meio dia e até o pão esfriar um pouco mais (ele permanece bem quente por muito tempo), resolvi fazer dele o meu almoço. Chegou a hora de experimentar o sabor e a textura desse pão, que por fora estava lindo, mas ainda não sabia se era bom ou não na boca.

Olha como a textura do miolo está ótima, com vários furinhos grandes! Eeeee!

Ficou uma concentração de farinha na parte de baixo, no meio, porque exagerei na hora de forrar o tecido com farinha… mas fora isso, perfeição!

Primeiro, experimentei com um belo azeite extravirgem. Este, no caso.

É o azeite do Mario Cohen.

Voltando ao pão, ah, que emoção! A crosta bem crocante e o miolo, bem macio e com uma boa elasticidade, coisa que os pães do Brasil raramente tem. Essa textura de mochi, meio chewy, que não tem uma tradução para o português…

A combinação com o azeite ficou maravilhosa. Depois experimentei com queijo de cabra.

E depois com tapenade de azeitona preta & figo.

Peguei o resto do pão e levei lá pra casa da minha irmã, que super aprovou e meu sobrinho Caio de 8 anos também amou 🙂

O próximo pão vai ser com algum sabor a mais. Estou pensando já em várias opções, alecrim com zestes de limão siciliano, noz pecan com figo seco, azeite, amêndoas com chocolate amargo, macadamia…

Por falar em macadamia, hoje fiz também leite de macadamia! Mas vou postar sobre isso um outro dia porque chegou a hora de eu ir dormir!

Meu primeiro “no knead bread”

Desde a primeira vez que li em algum lugar na internet sobre fazer pão sem precisar sovar a massa, estou querendo testar. Eu nunca tive muito sucesso na fabricação de pães, não sei porque. Na verdade, eu tentei muito poucas vezes, mas o pão ficava denso demais. Pode ter sido excesso de sova.

Quando vi este post, eu falei, é esse. Guardei o link no meu Pinterest até que hoje finalmente fui comprar fermento e coloquei a mão na massa. Na verdade, nem sujei as mãos, porque segundo esse método, não precisa sovar nem tocar a massa com as mãos, basta uma mexidinha com uma espátula.

Se isso der certo, vai ser revolucionário! Foi só misturar os pouquíssimos ingredientes e agora esperar de 12 a 18 horas para assar.

Incrivelmente fácil.

Os ingredientes que usei:

Me deu muita vontade de incrementar com alguns sabores como castanhas, ervas ou até uma fruta seca, como a blogueira sugere como opção, mas resolvi fazer o básico primeiro pra ver se dá certo. Na verdade, queria ter feito só com farinha branca como diz no post, para fazer realmente igualzinho a receita básica dela, mas tive que misturar um pouco de farinha integral só porque a branca acabou antes de completar a quantidade indicada.

Amanhã de manhã às 08h00 eu já posso assar o meu bebê, não vejo a hora! Postarei amanhã o resultado.

Leite de côco caseiro

Lembra do leite de amêndoas? Então, tinha falado que o próximo leite vegan que iria fazer era o de côco. E fiz!

Comprei côco ralado na feira e fiz no mesmo dia, porque o côco ralado cru não dura muito tempo.

É o mesmo esquema do leite de amêndoas. Só a quantidade de água que diminuí proporcinalmente. Usei 2 vezes o volume do côco ralado.

Dessa vez não acrescentei nem baunilha nem maple, porque era mais para usar na culinária do que para beber.

Só que quando ficou pronto e experimentei, mudei de ideia e bebi quase a metade! Mas deixei a outra metade para o bolo que eu ia fazer.

O que sobrou, depois de coar o leite, foi isso aqui da foto acima. Parece neve 🙂
Congelei para um possível uso posterior.

Amei meu primeiro leite de côco caseiro. O meu próximo leite vegan vai ser o de castanha-do-pará!